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Em Floresta, bebê nasce sem ânus e precisa de ajuda para tratamento

Por: em 11/07/2019 às 15h32 atualizado em 13/07/2019 às 15h30

O bebê, Daniel Kalebe ganhou uma bolsa de colostomia 2 dias depois de nascer, ele foi diagnosticado com má formação retal dando um susto nos pais. A família do menino mora em uma comunidade rural chamada Angico, a cerca de 20 quilômetros da zona urbana do município de Floresta, no Sertão do Moxotó.

Ele completou 1 ano de idade na última sexta-feira (5) e precisa fazer uma segunda cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal. Por causa de seu problema, Daniel, segundo filho do casal Camila e André, chega a usar até 10 fraldas por dia para manter a criança limpa e livre de infecções.

A operação, que já está marcada para o dia 19 de julho, e será feita no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) no Recife e será paga pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além deste procedimento cirúrgico também se fará necessário um terceiro para a retirada da bolsa de colostomia.

Daniel irá ficar na capital pernambucana por um longo período de tempo, o que ocasionará alguns gastos que os pais da criança não conseguirão arcar sozinhos, apesar de o bebê já estar recebendo um benefício.

Confira a reportagem do Blog do Elvis:

Para a criação de uma reserva financeira que auxilie nos custos do tratamento e fazer com que a criança e seu acompanhante possam se manter na cidade durante o tratamento, está sendo feita uma campanha na cidade de Floresta.

As doações estão sendo recebidas através da conta:

Banco do Brasil
Ag: 1061-8
Conta-poupança: 48021-5
Variação: 51
Nome: Elvis Vinícius de Lima Santos

Ou através da Vakinha Online, clicando aqui!

Estão sendo recebidas doações de qualquer valor, toda ajuda é válida!

Além de doações em dinheiro também estão sendo recebidas doações de produtos como fraldas e gaze. Para mais informações entre em contato por um dos seguintes telefones: (87) 9 96477570 / (87) 9 9981 6294 ou através do whatsapp do Blog do Elvis: (87) 99948.8360.

Compartilhar a matéria também é uma forma de ajudar, uma vez que aumenta o alcance da mesma e mais pessoas conhecerão a campanha e poderão fazer doações.

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