Nesta terça-feira (02), durante entrevista a uma rádio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo necessita da aprovação da PEC Emergencial, que libera Orçamento de Guerra, para dar início à nova rodada do auxílio emergencial.
Ele disse que, no fim das parcelas, o benefício será sucedido por um programa de renda básica. “Estamos repondo a camada de proteção social com o auxílio, que tem que engatar no Renda Brasil, que é de natureza diferente. Mas vamos fazer isso com sinais de responsabilidade fiscal”, destacou.

No entanto, Guedes reforçou que, para disparar as novas parcelas do auxílio, é necessário aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial. “A PEC criará contrapartidas e regulações para compensar o gasto e evitar o endividamento”, afirmou. “Precisamos de um protocolo para controlar crises fiscais”, completou.
O ministro também projetou uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020 menor do que 4%. O dado deve ser divulgado nesta quarta-feira (03) por meio do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE).
“No início da pandemia, a previsão era queda de 9%. O PIB da Inglaterra caiu 9%; o da Itália, 7,8%; o da França, 6,5%; e o da Alemanha, 5%. O do Brasil deve sair amanhã abaixo de 4%”, comparou. Informações do Diário de PE





