Nesta terça-feira (10), o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) realizou uma fiscalização simultânea nos 184 municípios pernambucanos para avaliar os procedimentos de vacinação contra a Covid-19.
Denominada “Blitz na Vacinação”, a operação envolveu 100 equipes de auditorias, sob a supervisão da Coordenadoria de Controle Externo do TCE.

Durante os trabalhos, foram analisadas as condições dos locais de armazenamento, dos equipamentos de frio e das salas de imunização,além dos procedimentos de guarda, armazenamento, aplicação e registro das imunizações.
Em cada cidade, as equipes visitaram pelo menos um local de armazenamento de imunizantes, além de um ponto fixo e, em alguns casos, um ponto provisório de vacinação, totalizando aproximadamente 550 pontos em todo o Estado. Também foram vistoriados aproximadamente 1.100 equipamentos de armazenamento ou conservação de vacinas.
Na avaliação do TCE, foram também considerados diversos normativos sanitários, dentre eles, a nota técnica da Anvisa – que traz recomendações para os serviços de vacinação durante o período da pandemia e o Manual de Rede de Frios do Ministério da Saúde, que estabelece normas sobre equipamentos de frio – câmaras refrigeradas e geladeiras – e uso de caixas térmicas para o acondicionamento de imunizantes.
BALANÇO
Uma sala de monitoramento foi instalada no prédio do TCE para acompanhamento da blitz, passo a passo, desde o início da operação.
Até o fim da tarde, (horário das 17h), as equipes haiam vistoriado 405 locais, sendo 184 unidades de saúde, 101 estruturas provisórias e 120 outros locais, além de 366 equipamentos inspecionados, dentre geladeiras e câmaras refrigeradas.
Os resultados preliminares indicam que, de uma forma geral, os locais e equipamentos fiscalizados estão dentro dos padrões e critérios exigidos.
As eventuais inconsistências encontradas serão reportadas aos conselheiros relatores, para quem façam a comunicação aos gestores responsáveis, como também, compartilhadas com as autoridades sanitárias.
“A blitz possui um caráter pedagógico, antes de qualquer responsabilização, para orientar o gestor público sobre os aspectos envolvidos numa ação excepcional de vacinação como a que estamos vivenciando, de modo a que sejam evitadas perdas de doses e se garanta o melhor resultado para os cidadãos pernambucanos”, ressaltou o chefe da Gerência Metropolitana Sul do TCE, Elmar Pessoa. Via Blog O Povo com a Notícia
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