Nessa quinta-feira (03/03), criminosos mal intencionados invadiram e destruíram parte do jazigo da Família Magalhães, localizado no Cemitério Público de Serra Talhada, arrancando uma das janelas laterais, além de quebrar outras estruturas e utensílios, causando tristeza e revolta à família.
Em contato com a Coluna Repórter Ligeirinho, a advogada Nidreyjeane Magalhães contou como tudo aconteceu, ao tempo que fez um desabafo.

“Fui surpreendida, na quinta-feira dia 03/03/2022 com essa nova invasão e destruição da capelinha da nossa família. Infelizmente está não é a primeira vez que fomos vítimas deste tipo de arrombamento”, lamentou.
“À época adotamos todas as providências legais, ou seja, registrando os anteriores atos de vandalismo através de Boletim de Ocorrência, e reforçando a segurança das grades.
Já não há na capelinha nenhum objeto que tenha valor financeiro, na tentativa de evitarmos esses arrombamentos, possuindo no local apenas fotos, flores artificiais, bíblia e pequenas lembranças dos nossos entes queridos. A sensação de impotência é enorme e isso dói, gerando revolta”, finalizou.

A integrante da família ainda fez questão de citar a Constituição Federal sobre a responsabilidade compete ao município de Serra Talhada.
“Então eu pergunto: CADÊ A SEGURANÇA NO CEMITÉRIO? A Constituição Federal impõe aos entes federados – e, portanto, ao Município – o dever de “conservar o Patrimônio Público” segundo o art. 23, I, CF, além do próprio entendimento do Supremo Tribunal Federal que os serviços funerários constituem serviços públicos municipais, de modo que a VIGILÂNCIA de Cemitério Municipal fica a cargo do Município”, disparou.
OUTRO LADO
A reportagem da Coluna Repórter Ligeirinho, entrou em contato com a Prefeitura de Serra Talhada, mas até o momento da publicação desta matéria não obteve respostas.





