Com as duas equipes já garantidas nas semifinais, Brasil e Itália fazem o clássico da última rodada do Grupo A da Copa das Confederações neste sábado (22/6), às 16h, Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). Os dois times dividem a liderança com seis pontos, mas por levar vantagem nos critérios de desempate o Brasil joga pelo empate para assegurar a primeira posição e, por consequência, praticamente escapar de pegar a favorita Espanha antes de uma possível decisão. Até o momento os canarinhos derrotaram o Japão por 3×0 e o México por 2×0. Já os italianos bateram os mexicanos por 2×1, e penaram para superar os japoneses: 4×3.
Luiz Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira, sabe da importância deste jogo para entender melhor o que esperar de sua equipe na reta final da competição. A Itália, com toda a certeza, será o adversário mais difícil que o Brasil vai encontrar nesta fase e, portanto, é um termômetro importante projetando as semifinais.
“A nossa equipe está se comportando bem nesta Copa das Confederações e estamos satisfeitos com o que observamos até este momento. Mas sabemos que tem questões que precisam ser vistas, como a proteção dos laterais, por exemplo. Acredito que teremos um jogo muito importante contra a Itália e que pode nos dar força para seguirmos na competição rumo à final”, disse Felipão.
Os jogadores brasileiros esperam uma partida muito complicada contra a Itália. Tendo jogado muitos anos no futebol italiano, o goleiro Julio César tem consciência dos obstáculos a serem superados.
“Nós vamos encontrar um time que vem tocando muito bem a bola, com paciência e sempre esperando o momento certo de buscar o gol. Além disso, eles têm um sistema defensivo muito sólido. Mas a seleção brasileira está acostumada a lidar com esse tipo de situação. Também temos as nossas virtudes e a consciência de que podemos ganhar a partida”, disse Julio Cesar.
Uma vitória sobre a Itália na Arena Fonte Nova garantirá a primeira colocação do grupo A da Copa das Confederações, Além de garantir 100% de aproveitamento na competição, uma vitória neste sábado ajudará a alegrar parte da população revoltada. A opinião é compartilhada por muitos dos seus comandados. “O País está atravessando um momento complicado, e a seleção pode, sim, ser uma pequena válvula de escape para tudo o que está acontecendo”, comentou Julio, um dos líderes do elenco.(Copa Das Confederações)







