Da Folha de Pernambuco
Após um arrefecimento no esforço de convencer o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, a concorrer ao Palácio das Princesas, cresce, agora, no PSB, um movimento silencioso com objetivo de apresentar um nome da bancada federal para concorrer a governador. Aparecem cotados para a missão, por exemplo, Danilo Cabral e Tadeu Alencar.

As articulações são uma reação de uma ala do partido à hipótese de outro técnico ser alçado à condição de candidato. As costuras se dão no âmbito da Câmara Federal e contam com a simpatia de parlamentares de outros partidos da Frente Popular que discordam da alternativa José Neto, secretário da Casa Civil, para disputar a sucessão de Paulo Câmara.
As articulações são uma reação de uma ala do partido à hipótese de outro técnico ser alçado à condição de candidato. As costuras se dão no âmbito da Câmara Federal e contam com a simpatia de parlamentares de outros partidos da Frente Popular que discordam da alternativa José Neto, secretário da Casa Civil, para disputar a sucessão de Paulo Câmara.
A bolsa de apostas cresceu em torno de José Neto nessa última semana, como a coluna cantara a pedra, após a ausência de Geraldo Julio no 15º Congresso Estadual do partido no último domingo. Uma parte dos correligionários entendeu que, ali, o jogo foi zerado. Por mais que o ex-prefeito do Recife viesse negando que concorreria a governador, ainda pairava dúvida se essa decisão era mesmo irreversível. O detalhe é que não é só no ninho socialista que as lideranças resistem a um técnico como opção.





