“Em uma decisão que reflete uma consciência com o meio ambiente que geralmente não é encontrada em outros países, o governo chileno decidiu nesta terça-feira (10) dizer não à construção da usina hidroelétrica de HidroAysen na região da Patagônia por temer impactos no ecossistema. O projeto, que seria conduzido pela empresa espanhola Endesa e pela chilena Colbún, inundaria uma área estimada de 56 quilômetros quadrados para gerar 2,7 GW de energia, ao custo de US$ 8 bilhões em investimento.
A região que ficaria embaixo da água abriga florestas intocadas às margens dos rios Baker e Pascua, além de ser habitat de diversas espécies de animais e plantas que são apenas encontradas na Patagônia. A usina
ainda precisaria que novos dois mil quilômetros de linhas de transmissão fossem construídos através de diversas áreas de proteção ambiental do Chile.”
Fonte:Instituto CarbonoBrasil
URL: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias3/noticia=737357#ixzz36H94kmIT
Um marco histórico não somente no Chile, mas para os demais países pois, o desenvolvimento econômico deve está atrelado as questões ambientais, deve-se existir um equilíbrio. Paralelo a isto, vários questionamentos devem ser levantados com relação aos impactos ambientais decorrente deste empreendimento, ainda que este, venha promover na região uma série de pontos positivos, como o de gerar empregos, energia, outros. Não sou contra empreendimentos de fontes alternativas de energia , para este caso, especificamente, mas acredito plenamente que existem outras alternativas de geração de energia, menos impactantes, mais tecnológicas. Por esta razão é que o desenvolvimento sustentável existe por meio dos três pilares: econômico, ambiental e social. Todos eles interligados entre si, com o intuito de promover o desenvolvimento respeitando os limites de atuação sem intervenções. Excelente tomada de decisão do Chile e dos órgãos e/ ou entidades envolvidas.




