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Mãe de Beatriz revela questionamentos sobre DNA do assassino

"“Quatro peritos afirmam que a digital palmar pertence a um ex-aluno do colégio", disse ela.

Por: em 14/01/2022 às 12h59 atualizado em 14/01/2022 às 12h59

Nesta quarta-feira (12), após a coletiva de imprensa realizada pela Secretaria de Defesa Social (SDS) para dar detalhes da prisão do suspeito de matar a menina Beatriz, em dezembro de 2015, a mãe da criança conversou com a TV Jornal sobre o desfecho do caso.

Em entrevista ao Programa Por Aqui, da TV Jornal, Lucinha Mota revelou questionamentos que havia feito aos órgãos públicos referentes à elucidação do caso Beatriz. “Eu questionei ao secretário se o DNA do assassino de Beatriz está no banco nacional e ele não soube me responder com exatidão ali naquele momento”, afirmou.

A pergunta foi realizada em uma reunião que a família teve com o secretário em 28 de dezembro, após uma peregrinação de 23 dias de Petrolina ao Recife.

A mulher também contou que o DNA do assassino da filha não consta no banco nacional por não estar dentro dos padrões solicitados pelo órgão. A família de Beatriz solicitou à polícia que desejava realizar uma nova coleta, mas a SDS não autorizou.

“O colégio não pagou uma nova perícia? Queremos usar essa mesma legislação. Ou são dois pesos de duas medidas?”, afirmou ela.

Digital de ex-aluno no local do crime

De acordo com Lucinha Mota, existem perícias com dois resultados e uma delas aponta a digital de um ex-aluno da escola no local do crime.

Quatro peritos afirmam que a digital palmar pertence a um ex-aluno do colégio. E outros dois peritos afirmam dizendo que não foi”, contou se referindo a registros deixados na porta da sala em que o corpo da menina foi encontrado.

Lucinha Mota conta ainda que há um agravante de que esses dois peritos que afirmam o oposto dos outros quatro, a coleta não teria sido feita por eles.

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