Após a fuga repentina de dois médicos cubanos que atuavam no programa Mais Médicos no bairro Mutirão, em Serra Talhada, há dois meses atrás, os moradores estão sofrendo sem médicos, que ainda não foram subsistidos. A solução provisoria encontrada pela prefeitura, foi o empréstimo de um médico do bairro Vila Bela, duas vezes por semana, porém não é suficiente para atender toda a população e a USF do Mutirão está sempre lotada. A unidade de saúde ainda atende moradores do bairro Universitário.
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Ao todo, eram oito cubanos atendendo a pacientes em Serra Talhada e na época da fuga o Ministério da Saúde comunicou que, por meio da Organização Panamericana de Saúde (Opas), os desistentes seriam substituídos; porém, não deu um prazo. Enquanto isso, profissionais seriam contratados temporariamente pela prefeitura, que esperava a vinda de médicos em até duas semanas, porém já se passaram dois meses e isso ainda não ocorreu.
Atualmente, no Programa Mais Médicos, o governo federal registrou 361 desligamentos e as vagas foram reabertas no edital deste ano. “Entre esses desistentes, 37 são intercambistas e os demais são médicos brasileiros com registro no país. No caso dos cooperados cubanos, tivemos 47 desligamentos desde o início do Mais Médicos, o que representa 0,4% do total de médicos deste perfil, a menor evasão do programa”, afirmou a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.






