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Polícia Civil de Pernambuco emite nota sobre Operação que vitimou PMBA

Por: em 14/09/2021 às 14h20 atualizado em 14/09/2021 às 14h20

Nesta segunda-feira (13), ocorreu uma tragédia em Petrolina, Sertão Pernambucano. O caso aconteceu no Bairro Jardim São Paulo, onde um PMBA foi morto ao ser confundido com um bandido.

O Soldado Joanilson da Silva Amorim, 32 anos, morreu vítima de três disparos de arma de fogo em uma ação da Polícia Civil de Pernambuco em Petrolina (PE). Joanilson era lotado no Batalhão de Juazeiro (BA).

Na manhã desta terça-feira (14), a Polícia Civil de Pernambuco emitiu nota sobre a morte do Policial Militar da Bahia.

“NOTA PCPE – A Polícia Civil de Pernambuco informa que registrou uma morte durante uma operação policial de repressão ao narcotráfico na cidade de Petrolina no início da noite de ontem (13).

Na ação, realizada pela 12ª Delegacia de Repressão ao Narcotráfico, quando foram presas duas pessoas e apreendidas uma moto roubada e uma pistola calibre 9mm com numeração suprimida, um homem de camisa em cor semelhante à do sujeito perseguido apareceu, de forma repentina, suspeita, com arma em punho e sem se identificar, sendo confundido e alvejado pelos policiais.

De imediato, ele foi socorrido e encaminhado pelo SAMU a uma unidade hospitalar, mas, infelizmente, não resistiu ao ferimento. A pessoa foi identificada como Joanilson da Silva Amorim, de 33 anos, soldado da Polícia Militar da Bahia, que não estava de serviço. Um inquérito policial, foi instaurado para investigar as circunstâncias da operação e do óbito. Com designação especial de um delegado que irá atuar com isenção e rigor. A Corregedoria Geral da SDS também foi acionada e iniciou apuração preliminar para investigar os fatos no âmbito disciplinar.

É importante ressaltar que a Polícia Civil de Pernambuco atua de forma técnica e profissional buscando sempre a preservação da vida. Um levantamento do Pacto pela Vida mostrou que, desde 2007, a Polícia Civil desencadeou 563 Operações de Repressão Qualificada, resultando em 6.385 prisões. Em nenhuma dessas operações, que envolvem planejamento, uso da inteligência policial, maior efetivo e recursos, houve confrontos, tampouco mortes de policiais ou suspeitos.”

Chefia de Polícia.

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