O vereador Marcos Oliveira (PR), fez um desabafo em uma rede social, sobre um poço artesiano no distrito de Caiçarinha da Penha, com vazão de quase 100 mil litros/hora, que há mais de dois anos não atende a população daquela localidade.
“Esse final de semana me deparei com um absurdo, em plena seca que estamos passando, não dar para imaginar nem muito menos acreditar no que vem acontecendo. Há mais de 2 anos, o Governo Federal perfurou um poço profundo de 402 metros no distrito de Caiçarinha da Penha, até ai tudo bem, desde que esse poço estivesse servindo ao povo daquele distrito.
Mas, estive no local para acompanhar as informações e a realidade é que desde 2013 esse poço que tem uma vazão de quase 100 mil litros/hora e que deveria estar atendendo população das comunidades de Santana de Cima e Santana de Baixo, no distrito de Caiçarinha da Penha e as comunidades de Conceição, de Cima, de Baixo e do Meio, Tauapiranga até o São Miguel continua sem utilização, enquanto a população suplica por água. É lamentável que em plena seca, estamos vivendo isso acontecer“, desabafou o vereador.
Preocupado com a situação Marcos Oliveira, apresentou um requerimento na Câmara de Vereadores, para que a água volte a ser fornecida a população.
“Apresentei segunda-feira (16), na sessão ordinária, um requerimento solicitando do presidente da Compesa a qual é responsável pelo o poço que agilize em caráter de urgência o fornecimento de água para essas comunidades.
REQUERIMENTO N°036/2015
Requeiro a Mesa, depois de ouvido o Plenário e cumpridas às formalidades regimentais, que seja consignado na Ata dos trabalhos de hoje, um apelo ao Diretor Presidente da Compesa, o senhor Roberto Tavares no sentido de viabilizar a instalação do Poço Artesiano na Comunidade de Santana no 3º-Distrito de Caiçarinha da Penha.
JUSTIFICATIVA: Justifico o pleito, tendo em vista as dificuldades dos moradores dessa Comunidade Rural, e mais ainda a população das comunidades de Santana de Cima e Santana de Baixo, no distrito de Caiçarinha da Penha, as comunidades de Serra Grande, Fuxica Conceição, de Cima, de Baixo e do Meio, Tauapiranga, São José e Cipós. Sofrem com a falta d’água nos períodos de estiagem, passando constantes, privações e transtornos, dependendo de abastecimento de carro-pipa, o que não acontece regularmente,deixando de atender a comunidade nas suas necessidades.
O povo vivendo com sede e a água literalmente fechada. Próximo ao poço aonde a água sobe por gravidade uma roça de capim se diferencia da paisagem seca do sertão“, completou Marcos Oliveira.








