A cidade de Serra Talhada figura entre as mais importantes do interior do estado de Pernambuco como Polo Médico, Polo Educacional e Polo Comercial, perdendo apenas para a cidade de Petrolina, no sertão pernambucano. Serra já se destaca até em geração de empregos, ficando em 2º lugar como vem destacando os noticiários locais e regionais, no entanto, a famosa ‘Rosa do Sertão’ ainda cambaleia quando a questão é saúde ambiental.

O crescimento desordenado, o surgimento de novos bairros e a falta de políticas públicas voltadas à questão ‘meio ambiente’ não dão sequer um sinal de convalescência em relação à arborização do município, que está se transformando em uma verdadeira selva de pedras. Mais prédios, menos árvores, mais calor, menos qualidade de vida e mais poluição, esse é o caminho que os Serratalhadenses terão que trilhar se não houver por parte do poder público municipal (executivo e legislativo) a execução imediata de uma ferramenta e de um serviço público que tenha a finalidade principal de amenizar os impactos ambientais adversos devido as condições de artificialidade do meio urbano, além dos aspectos ecológico, histórico, cultural, social, estético e paisagístico, que influenciam a sensação de conforto ou desconforto da população.
Como citado acima, essa ‘ferramenta’ conjuga o verbo arborizar, um projeto que pode mudar o visual urbanístico, a temperatura e também a qualidade de vida das pessoas da Capital da Beleza Feminina. O Rio Pajeú já está agonizante, e é imprescindível que a maior cidade do sertão do pajeú e seus homens públicos tomem a iniciativa de ao menos tentar dar um bom exemplo na área de sustentabilidade e saúde ambiental no segundo maior município do sertão de Pernambuco.
Ass: Lucas Andrade




