Nesta madrugada de sexta-feira (22), mais traquejo e dificuldade para a população do bairro Alto do Bom Jesus, com pequenos pingos de chuva, os moradores já ficaram na escuridão, a energia demorou cerca de 01 hora para retornar.
O fato já é recorrente, pois no bairro há estimativa de uma população de 30 mil pessoas, há uma subestação da Neoenergia de Pernambuco – Celpe, na época o investimento ficou em média de 3 milhões de reais, mas a realidade é diferente.
O Portal Nayn Neto, conversou com os moradores que relataram insatisfação com a Celpe e alavancou críticas contra a prefeita Márcia Conrado (PT).

“Todo dia que chove falta energia, ontem faltou onze horas e veio chegar três horas da manhã, depois que fizeram essa subestação do alto foi pra esculhambar com a gente, temos que ir atrás do promotor e a prefeita, isso não pode acontecer não, agora num pague as contas não pra ver se num corta”, afirmou Sandra Maria, moradora.
“Depois que fizeram essa subestação no Alto do Bom Jesus falta energia, a questão que preocupa bastante é que fica bastante pessoas na calçada, com as portas abertas, o que facilita para os assaltos, mesmo chovendo continua abafado, porque aqui é semiárido choveu abafou… Eu acho engraçado que a Prefeitura, fala que não pode fazer nada, porque quem tem que resolver isso é a Celpe, mas não faz nada. Até agora não vi Márcia Conrado se pronunciar sobre o que está acontecendo, não mover um dedo sobre pra melhorar. Eu espero que as autoridades competentes tomem providência, porque não é de hoje que isso acontece, no começo do ano foi a mesma coisa, tem gente idosa, o meu filho é autista, toda vez que falta energia é uma gritaria, eu acho um descaso com a população que moram aqui”, contou Karla Viedja, moradora.
“Não entendo porque toda vez que chove falta energia, eu queria só que meu ventilador queimasse com esses piscas piscas, besta dessa energia para vê se eu num ia ‘botar’ a Celpe pra pagar, não aguento mais toda vez esse muido”, lamentou Maria Clara, moradora.
O Portal NN, mais uma vez, entrou em contato com a Celpe, para saber o posicionamento da empresa sobre o ocorrido, mas até o momento da publicação desta matéria, não obteve respostas.
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