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Prefeito de ST avisa que vai começar campanha de regularização fundiária

Por: em 10/05/2013 às 00h33 atualizado em 10/05/2013 às 00h40

2ª conferência1

Preocupado com o crescimento desordenado do município de Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque (PT) avisa que vai começar uma ampla campanha de regularização fundiária na cidade. O alerta foi dado durante abertura da 2ª Conferência Municipal das Cidades, que acontece nesta quarta (8) e quinta-feira (9) na Capital do Xaxado. O evento tem o objetivo de discutir projetos estruturantes para o município. O fórum é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão.

“Estamos vivenciando um ‘boom’ habitacional e as construções não podem avançar sem qualquer supervisão. Não queremos pagar um preço alto por desrespeitar a natureza. Quando chove em nossa cidade, por exemplo, estamos enfrentando problemas sérios de alagamentos por conta também de construções irregulares. Temos a necessidade de criar um plano municipal de saneamento básico urgente”, comentou o prefeito.

Neste sentido, desde fevereiro, a Secretaria de Obras do município colocou equipes nas ruas com a missão de diagnosticar construções sem licença para funcionar. “A nossa intenção não é de embargar obra, mas de ajudar os investidores a regularizá-las. Uma boa notícia é que 98% das pessoas notificadas estão procurando a prefeitura para legalizar os empreendimentos”, revelou o secretário de Obras, Cristiano Menezes.

Na 2ª Conferência Municipal das Cidades estão sendo debatidos temas como habitação, mobilidade urbana, saneamento básico e uso e ocupação do solo. As discussões ocorrem junto com a sociedade civil, representada por líderes de associações de bairros, Câmara de Vereadores, Ordem dos Advogados (OAB/PE), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e técnicos do governo municipal.

Duque reconheceu que o município ainda possui assentamentos urbanos precários e elogiou a população pela disposição em participar do evento para discutir soluções para estes problemas. “Temos bairros com problemas gravíssimos de marco-drenagem e muita coisa está sendo feita fora do plano diretor”, comentou. “Mas é partir desse momento que a gente começa a pensar um novo modelo de cidade”.

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