O Alzheimer tem sido nos últimos anos o foco de estudo de muitos investigadores na área científica e da medicina, nomeadamente, para tentar compreender as possíveis formas de prevenção da doença. A doença do Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência em humanos, e é causada pela deterioração e atrofia de forma progressiva do cérebro.

É cientificamente comprovado que Alzheimer e outras demências são influenciadas pelos genes de um indivíduo, mas que podem ganhar ou perder importância mediante o estilo de vida e outros fatores ambientais. Por outras palavras, indivíduos podem possuir genes que oferecem uma maior predisposição para a pessoa desenvolver a doença do Alzheimer, no entanto, tal não significa que estão predestinadas a desenvolver este tipo de demência.
Atualmente, o Alzheimer não tem cura, no entanto, existem diversos tratamento que permitem preservar o que resta da função cerebral, para além de combater sintomas secundários como depressão e insónia, mas alguns países chegaram mesmo a investir em ideias inovadoras para melhorar a qualidade de vida dos pacientes com Alzheimer. Em casos mais avançados de Alzheimer, incontinência e dificuldade de comunicação e locomoção podem ser associados com a doença. É um facto de que realizar atividades e ter hábitos que mantenham o cérebro mais ativo previne o desenvolvimento da doença, e aqui ficam alguns exemplos de alguns fatores a ter em conta para manter um cérebro mais ativo e saudável:
1. Uma dietaequilibrada
É um velho ditado dizer que uma dieta equilibrada mantém o corpo e mente saudável, e essa é a verdade! A dieta do Mediterrâneo, rica em frutas, cereais, peixe, verduras e azeite é a indicada para prevenir o Alzheimer. Não só esta dieta prioriza alimentos saudáveis como é rica em ômega 3, uma gordura benéfica que reduz o declínio cognitivo que se pode encontrar em peixes como salmão, sardinha e atum. Antioxidantes também são importantes por combatem radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento das células.
2. Um boa noite de sono
Dormir é uma tarefa fundamental para a saúde mental. Durante o sono, o corpo tem a possibilidade de recomeçar todos os seus sistemas, e preparar para um novo dia. Privação do sono pode ter várias consequências nas funções cognitivas de uma pessoa, para além de afetar a concentração pode ainda mexer com o sistema nervoso, imunitário e até mesmo o metabolismo.
3. Exercício físico
A prática de exercício físico é um excelente estimulante para o cérebro, ao contribuir para ganhos cognitivos. Exercício físico é uma escolha para um estilo de vida mais saudável, e pode contribuir para uma melhor circulação sanguínea e pressão arterial, para além de o ajudar a manter um peso ideal.
4. Manter a cabeça a funcionar
Ler, estudar, aprender e desenvolver novas habilidades e até o convívio social são exemplos de atividades que estimulam a conexão de neurônios entre si. A estimulação da comunicação de células nervosas entre si oferece a capacidade ao cérebro de contornar eventuais falhar e até mesmo retardar a manifestação de doenças como a demência.





