Após a grande repercussão do fato em que o ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, enganou o proprietário de um terreno Adauto de Carvalho, o terreno funciona como transbordo do lixão de Serra Talhada (relembre).

Por questão de ética, a Coluna Repórter Ligeirinho, recebeu o contato do ex-prefeito, para expor a sua versão do caso e emitiu uma nota de esclarecimento
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA
“Às vezes nos surpreendemos com informações equivocadas que circulam na internet, sem o devido cuidado de checar se são fato ou fake.
Foi assim que me senti quando vi um vídeo circulando no whatsapp com acusações descabidas e desleais a mim. O bom jornalismo deve ser exercido com seriedade, sobretudo, por quem compreende o uso dessa importante ferramenta para a sociedade em ser responsável com o que diz.
Pois bem, num tom meramente político e sem qualquer conexão com a realidade, foi divulgada a informação de que “enganei” o antigo proprietário de um terreno, que hoje é do município, onde está sendo implantando o condomínio industrial de Serra Talhada, tendo, inclusive, empresas já se instalando no local.
Em nenhum momento enganei quem quer que seja sobre a finalidade do terreno em questão. Muito pelo contrário. Estamos tendo a alegria de ver surgir o nosso condomínio industrial com ótimas perspectivas, o que vai contribuir para um desenvolvimento ainda mais pujante de nossa terra.
No que se refere ao transbordo do lixo, acredito que quem propagou essa informação equivocada, não conhece de fato o funcionamento do processo. O que está sendo feito temporariamente na área próxima ao condomínio é apenas com a finalidade de destinar, diariamente, o lixo para o município de Salgueiro, onde é definitivamente descartado.
Afirmo ainda que o transbordo não é um lixão, mas um processo necessário em qualquer município, para que o descarte possa ocorrer da maneira correta e atendendo a todos os protocolos sanitários e ambientais.
Mais uma vez lamento que se espalhem equívocos como se fossem verdade absolutas, e o pior, sem ouvir os dois lados ou pelo menos buscar compreender a realidade dos fatos“, concluiu a nota.





