Fonte: transformandosucataemcidadania.blogspot.com
Ações que visam a implementação da Política Nacional dos Resíduos Sólidos começam a ser desenvolvidas entre um dos dois principais setores da PNRS o Privado e os Catadores. A iniciativa partiu no estado do Rio de Janeiro – RJ, através do Programa intitulado “Bolsa Verde do Rio de Janeiro – BVRio”.
“A transação é simples. A cada tonelada de material coletado, triado e vendido, o catador apresenta a nota fiscal de venda à Bolsa Verde* e recebe um crédito por esta comercialização. Este crédito tem um valor variável, dependendo do tipo de resíduo coletado – vidro, papel, plástico, etc. Empresas interessadas em cumprir as novas normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) podem comprar estes créditos e o valor é repassado ao catador. Desta maneira, a sociedade remunera as cooperativas pelos serviços ambientais prestados e a empresa faz a sua parte.”
A intenção é incluir os catadores de modo que eles passem a contribuir através dos processos de segregação, triagem dos resíduos sólidos, além de servir como incentivo financeiro. Em contrapartida, as Empresas passam a exercer o que foi proposto pela PNRS quando relata sobre a Logística Reversa, afirmando ser de responsabilidade das Empresas a destinação e os cuidados adequados dos resíduos gerados durante o processo produtivo e mesmo após a comercialização dos produtos.
Maiores informações na notícia abaixo:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/credito-verde-bolsa-rio-logistica-reversa-784301.shtml




