Analistas refizeram as contas e imaginam, agora, inflação dos alimentos superior a 10% no ano de 2020, cálculo no mínimo quatro vezes superior ao que foi estimado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que alternam entre 2,3% e 2,5%.
Assim, a população de mais baixa renda, será a mais prejudicada pois destina quase 80% dos recursos à disposição para a compra de alimentos. Muitas famílias já estão retirando do carrinho de supermercado uma porção de itens necessários. A quantidade de arroz, feijão e carne reduziu bastante.

Ao passo que não veem alteração nesse quadro tão cedo, os analistas declaram que o IPCA de 2021 voltará a se situar entre 3% e 4%, intensificando o desafio do Banco Central em manter a taxa básica de juros (Selic) em 2% ao ano, o menor nível da história. Os mais pessimistas, acreditam que a Selic poderá subir já neste ano. Com informações do Blog do Vicente.





