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Água para Todos já instalou mais de 290 mil cisternas no semiárido brasileiro

Por: em 09/05/2013 às 23h21 atualizado em 09/05/2013 às 23h21

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O sertanejo viu sua vida mudar com a chegada do Programa Água para Todos. Em vigor desde 2011, a estratégia tem amenizado a convivência da população com os longos períodos de estiagem na região Nordeste. Até o momento, o programa entregou 295,9 mil cisternas em todo o semiárido. Os investimentos para expandir a oferta de água no semiárido, com instalação de cisternas, barreiros e sistemas simplificados de abastecimento já alcançam R$ 1,4 bilhão e até 2014 serão aplicados R$ 4,7 bilhões.

A meta do Governo Federal é instalar, até o final de 2014, mais de 750 mil cisternas e seis mil sistemas simplificados de abastecimento, além de tecnologias complementares como barreiros, sistemas coletivos de água e kits de irrigação. “A população do semiárido é difusa e está espalhada pelas caatingas, pelos agrestes. E a água precisa chegar até elas. Muitas vezes não chega com a adutora, com o grande canal ou com a grande barragem. É por isso que o Governo Federal criou o Programa Água para Todos”, explica o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.

A estratégia de matar a sede da população com água de qualidade vai além. Para garantir o perfeito funcionamento e uso adequado das cisternas, assim como os sistemas simplificados de abastecimento, são promovidos cursos de Gestão da Água com a participação das famílias beneficiadas. Eles são orientados quanto à utilização da água sem desperdício e recebem instruções para a manutenção dos reservatórios.

Além de conservar melhor a água, as cisternas de polietileno possuem qualidade e durabilidade comprovadas por seu uso no Brasil e em outros países com regiões de clima desértico, como Austrália, México, China, Peru e Índia. Nessas localidades, o tempo de vida útil das cisternas foi calculado em mais de 35 anos.

Parte do Plano Brasil Sem Miséria, o Programa Água para Todos é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, e conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Ministério do Meio Ambiente, da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), do Banco do Nordeste (BNB) e da Fundação Banco do Brasil (FBB).

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