Diante da pandemia do novo coronavírus, e das medidas de Isolamento Social adotadas pelos governantes dos estados brasileiros, que implicam em fechamento de setores do comércio e também de templos religiosos, uma questão está sendo discutida, mais precisamente entre as pessoas religiosas: A igreja como um serviço essencial.

Apesar de o TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) ter atendido a um pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) e ter liberado a vigência de um decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro que coloca igrejas e outros templos religiosos como serviços essenciais durante a pandemia do Covid-19, o que significa que eles podem funcionar, várias comunidades religiosas permanecem celebrando seus cultos à portas fechadas. A redação do Portal Nayn Neto entrou em contato, mais uma vez, com o Bispo da Igreja Católica Dom Egídio, da Diocese do Pajeú, para saber sua opinião sobre essa situação, e o Bispo disse que por enquanto “a Diocese vai continuar usando o bom senso”, ou seja, vai continuar adotando a medida de Isolamento Social, sem Missas abertas aos fieis e provavelmente sem as celebrações públicas da tradicional Semana Santa e da Páscoa.
Vale ressaltar, que essa é a primeira vez na História da Igreja Católica, que um papa rezou sozinho diante da imensa praça de São Pedro, vazia, e deu a bênção de indulgência plenária ao mundo, no mês passado, em meio à uma pandemia.





