A segurança no trânsito é uma das maiores preocupações em todo o mundo, e no Brasil não é diferente. Infelizmente, o país ainda apresenta altas taxas de acidentes de trânsito, que muitas vezes resultam em lesões graves e até mesmo mortes. Alguns dos principais fatores que contribuem para esses acidentes incluem o excesso de velocidade, desrespeito às leis de trânsito, uso de drogas e álcool, além da falta de atenção dos motoristas.
Dentro deste cenário, uma das maneiras mais eficazes de reduzir as chances de lesões em caso de acidente de trânsito é o uso do cinto de segurança. Este item, considerado indispensável nas leis de trânsito, pode ser a diferença entre a vida e a morte em um acidente de carro. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o uso da ferramenta pode reduzir o risco de fatalidade em até 50% durante um impacto.
Mesmo diante disso, muitas pessoas ainda ignoram a importância do cinto de segurança e não o utilizam da forma devida, aumentando o risco de lesões graves ou até mesmo fatais. Dados divulgados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) apontam que a infração por não utilizar cinto de segurança foi a 5ª mais frequente no Brasil durante o ano de 2022, números que preocupam especialistas.
Ao todo, segundo a pasta, foram aplicadas mais de 2,9 milhões de multas em decorrência da não utilização o item indispensável de segurança. A Lei nº 9.503, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que torna obrigatório o uso do cinto, é de setembro de 1997, ou seja, tem mais de 25 anos de existência. Caso seja flagrado sem o item, o condutor é penalizado com uma infração considerada grave e valor de multa que chega a R$ 195, além dos cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Como utilizar o cinto de segurança
Em primeiro ponto, é importante destacar que o uso do cinto de segurança não se limita apenas ao motorista, mas também a todos os passageiros do veículo. Cada ocupante deve estar devidamente protegido, seja pelo cinto de segurança de três pontos ou o cinto de segurança abdominal.
Para utilizar da forma correta, é preciso ajustar a ferramenta adequadamente para garantir a proteção necessária em caso de colisão. O cinto deve ficar firme, mas sem apertar demais, passando pelo quadril e pelo peito do usuário. Ele nunca deve ser colocado abaixo do braço ou atrás das costas.
Vale ressaltar que o item de segurança deve ser utilizado em todas as viagens, independente da distância percorrida e da velocidade do veículo. Mesmo em trajetos curtos, o uso do cinto pode fazer uma grande diferença em casos de acidente.
Prejuízos financeiros em acidentes
Além dos cuidados com a integridade física de quem está a bordo de um veículo, também é preciso haver uma cautela financeira, quando se fala de acidentes de trânsito. Em cenários de sinistros com danos materiais, é importante que os motoristas possuam um seguro de carro que ofereça cobertura contra esses prejuízos para garantir proteção e tranquilidade em situações de imprevistos.
Vale lembrar que além do reparo de dano contra o próprio veículo, o seguro também pode oferecer o serviço para o carro de terceiros, também envolvidos no acidente. O ideal é que o seguro consiga oferecer um bom custo-benefício que possa ser personalizado para se adequar de forma eficiente às necessidades contratante.




