Notícias

Crimes de estelionato crescem 11% em Serra Talhada

Por: em 06/05/2013 às 23h59 atualizado em 06/05/2013 às 23h59

Os crimes de estelionato cresceram 11% em Serra Talhada, segundo dados do setor de estatística da Polícia Civil. De janeiro a março deste ano foram registrados 20 casos na Capital do Xaxado, dois a mais que no primeiro trimestre de 2012. Um balanço realizado pelo FAROL identificou que, na maioria dos casos, 50% das ocorrências de estelionato que chegam a delegacia são aplicadas via trote telefônico; 30% mediante cheque sem fundo e 20% de ação tipificada como “saidinha de banco”.

De acordo com o escrivão de polícia Lauro Cardoso, a população e os comerciantes de Serra Talhada devem ficar atentos. “Pois sempre que há o registro de assaltos a caixas eletrônicos e roubo de malotes em alguma cidade próxima, cresce o derrame de cheque sem fundo no comércio”. Recentemente, dois bancos foram assaltados em Tuparetama, a 145 km de Serra Talhada. A polícia explica que os criminosos nem sempre explodem os caixas visando dinheiro. Muitos aproveitam para pegar os cheques e aplicar golpes em várias cidades.

“Eles pegam o cheque roubado, recortam e colam as informações de um cheque fraudado. Então, os comerciantes precisam ficar atentos. Quando alguém desconfiar deve procurar a delegacia urgentemente”, alertou Lauro Cardoso. Outra ação que vem preocupando a polícia em Serra Talhada é a chamada “saidinha de banco”. Um trio formado por dois homens e uma mulher vem roubando várias pessoas no centro da cidade desde o início do ano. Os casos verificados ocorrem sempre pela manhã e no final de cada mês.

LIGAÇÕES

A polícia alerta também sobre o registro de crescimento de trotes telefônicos com caráter financeiro. “Várias pessoas estão sendo vítimas de ligação de presidiários que se fingem de parentes para pedir que a vítima deposite dinheiro em uma conta ligada a eles”, revela Lauro Cardoso. A maioria das ligações que estão vitimando os serratalhadenses, segundo a polícia, são dos estados do Ceará e Minas Gerais. Os bandidos jogam um nome aleatório se dizendo um parente da vítima, que acaba caindo no golpe. (Farol de Notícias)

Comentários

Desenvolvido por: