Segundo Joaquim Claro, médico-chefe do serviço de urologia do hospital, a pesquisa mostra a carência de atendimento especializado. “Deveria haver mais centros de referência para acolher esses pacientes”, diz. O ambulatório foi inaugurado em 2008, dentro de um projeto que planejava criar pelo menos mais quatro centros no Estado, o que não ocorreu.
Na opinião do médico, o porcentual apontado pelo estudo pode estar subdimensionado. Embora a amostra seja ampla – o centro atende pacientes de todo o Brasil -, a faixa de renda dos homens é geralmente baixa. E o preço de remédios para disfunção sexual é alto. Para Claro, numa pesquisa que considerasse toda a sociedade, o total de indivíduos que consomem sem prescrição esse tipo de remédio, entre eles Cialis e Viagra, seria maior – como ocorre nos Estados Unidos.
O médico lembra que esses remédios podem desencadear taquicardia dores de cabeça e visão embaçada. Em associação com outros medicamentos, podem causar ainda hipertensão e enfarte. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. (Agência Estado)






