As chances de uma paralisação de caminhoneiros nesta segunda-feira (01), aos moldes da greve de 2018, é cada vez mais remota. Líderes do movimento avaliam que a tendência é ocorrer protestos pontuais. A categoria é bastante dividida e não há união em torno do tema, sendo um cenário muito diferente do visto há 2 anos atrás.
Os caminhoneiros reivindicam o fim da política de paridade de preços com o mercado internacional praticada pela Petrobras. Criticam os aumentos de 5,05% e 4,98% nos preços da gasolina e do diesel, respectivamente.

O Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, é o responsável no governo para articular as políticas públicas com os caminhoneiros. Ele vem reunindo-se com diversas lideranças através do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas e tem escutado diversas queixas, mas aposta em um ato mínimo.
“Não devemos ter greve. A mobilização é baixa. Sabemos que a situação é super difícil para eles. Porém, a maioria tem uma compreensão incrível do momento pelo qual passamos e não vai aderir. Podemos ter alguns pontos isolados de protestos, que devem se desmobilizar rapidamente. Além disso, vamos seguir em frente na nossa agenda de trabalho”, afirmou.
O governo crê fortemente que não haverá muita adesão aos protestos. Ainda assim, deixou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de prontidão para impedir bloqueios. A maior preocupação das autoridades é com as primeiras horas desta segunda-feira (01), pois qualquer ação isolada pode causar pânico nos mercados. Via Petrolândia Notícias





