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Prédio é interditado e tráfego liberado em Ipanema, no Rio, após acidente

Por: em 17/04/2013 às 15h29 atualizado em 17/04/2013 às 15h29

As duas pistas da Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, foram liberadas ao tráfego às 9h25 desta quarta-feira (17), depois que um ônibus invadiu uma calçada no local. Por medida de precaução, a área foi interditada pela Defesa Civil.

O ônibus da linha 435 (Grajaú x Gávea) bateu em um carro e subiu a calçada na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Garcia d’Ávila, segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro pessoas ficaram feridas e foram atendidas no local.

O ônibus atingiu uma lanchonete, uma banca de jornal e a portaria de um prédio residencial, localizado na Rua Visconde de Pirajá, 463. “Como houve um estrago grande, porque há risco de cair as placas de gesso, eles pediram para interditar. Estou aguardando a equipe de engenharia chegar para tomar as providencias necessárias. Nos tínhamos acabado de reformar a fachada e a portaria”, lamentou o síndico do edifício, Paulo Ferreira de Castro Monteiro.

Em nota, a Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, por meio da Defesa Civil, informou que não foi constatado risco estrutural. No entanto, a área ficará isolada por medida de segurança até a conclusão das obras de reparo.

O motorista, Elmo Silva Alves, declarou que o sinal estava verde quando passou pelo cruzamento, por volta das 7h. “Eu parei no ponto, o sinal abriu e eu fui. O carro avançou o sinal. Eu não estava em alta velocidade porque tinha parado no ponto para deixar um passageiro. Tentei frear, mas não teve como. Ele avançou no meio, o sinal estava aberto para mim. Mais uma vez foi Jesus que salvou todos nós que estamos aqui. Eu bati nele, ele rodou e o carro descontrolou”, declarou o motorista Elmo Silva Alves, que às 9h25 foi levado para a 14ª DP (Leblon) para prestar esclarecimentos.

Alexandre Gonçalves Nascimento, funcionário da banca de jornal há nove anos, teve  ferimentos no braço esquerdo.

“Eu escutei o barulho da porrada e fui arremessado. E o Ângelo (dono da banca) passou por cima do balcão. Se o caixa fosse do outro lado, a gente tinha sido pegos de costas. A energia acabou quando o ônibus bateu na banca”, descreveu Alexandre. (G1)

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