Nesta quarta-feira (19), o presidente da CPI da Pandemia Omar Aziz (PSD) refutou a tese de que a oitiva do ex-ministro da Saúde, e general da ativa, Eduardo Pazuello acabou tendo de ser interrompida porque o militar se sentiu mal. “Se ele teve uma indisposição, não posso avaliar. Não sou médico”, disse. Ele explicou que o fato de haver mais de uma matéria na ordem do dia do Senado, e mais de 20 senadores ainda inscritos para intervir no depoimento, foi considerado no momento de suspender a continuidade da sessão.
Além disso, o presidente da comissão também disse que o general da ativa garantiu que teria condições de responder aos questionamentos dos parlamentares ainda nesta quarta (19).

Durante sua entrevista à GloboNews, o senador Otto Alencar (PSD), disse que Pazuello teve uma síncope vasovagal, condição que causa desmaios e fraqueza muscular quando a pessoa fica por muito tempo em uma posição. O perfil do Senado Federal no Twitter também informou que Pazuello teve um mal-estar e foi atendido pelo baiano.
Entretanto, o senador Marcos Rogério (DEM), que é um dos membros titulares da CPI da Pandemia, usou suas redes sociais para afirmar que a informação de que o ex-ministro da Saúde havia passado mal não tinha procedência. Assim como, a mensagem de semelhante teor também foi compartilhada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni (DEM), na mesma rede social. “Melhorem, 5ª série. Medíocres”, disse.





