Política

“Quem viver verá”, diz Eduardo, confiante de que será presidente

Por: em 02/05/2013 às 18h37 atualizado em 02/05/2013 às 18h37

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O governador Eduardo Campos (PSB) demonstra, cada vez mais, que seu projeto de disputar a Presidência da República no próximo ano é pra valer. Neste feriado de 1º de Maio, ao comentar as semelhanças de discursos apresentados no programa do seu partido (PSB) na TV e as inserções do PT da presidente Dilma Rousseff, onde destacam que é possível “fazer mais e melhor” pelo País, ele terminou externando confiança de que chegará à Presidência. Perguntado por repórteres sobre o que ele poderia fazer mais pelo Brasil, o governador de Pernambuco afirmou: “Quem viver verá”.

A declaração foi feita logo depois das comemorações do Dia do Trabalhador, celebradas pelo governador junto a integrantes do Movimento do sem Terra (MST), no assentamento Normandia, em Caruaru, Agreste de Pernambuco.

Para Eduardo, é importante todos admitirem que é preciso fazer mais. “Ruim na vida é quando a gente acha que já fez tudo e começa a contar o que já foi. O importante, em todos os níveis, é que todos se sintam desafiados a fazer mais e melhor”, enfatizou.

O socialista disse que não assistiu ao segundo programa eleitoral do PT, onde o partido destaca as suas ações e arrebata: “É assim, e vai continuar assim”. Mesmo assim, acrescentou que não sentiu que a frase fosse um recado indireto para ele e o PSB. “Não entendo como recado. O meu também não foi um recado. Eu acho que, na verdade, nós conseguimos construir um entendimento muito bom, independente de eleição”, pontuou.

Eduardo explicou porque tinha preferido comemorar o Dia do Trabalhador na zona rural e não em eventos em São Paulo, um deles promovido pela Força Sindical e para o qual foi convidado. “Recebi vários convites, inclusive o da Força Sindical, mas nesse momento quem está passando a situação mais difícil, mais dura, são os trabalhadores do semiárido. Então, o melhor lugar para comemorar o 1º de Maio era ir para o campo, no meu Estado, e tive e alegria de ver um pouco de chuva chegando”, afirmou.

O governador também falou sobre o convite que teria sido feito por ele para que o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Beltrame, disputasse as eleições para governador do Rio pelo PSB.
Segundo ele, não foi um convite oficial, mas uma conversa depois de uma reunião de trabalho. “Eu disse a ele que se um dia decidisse entrar na disputa pensasse no PSB. Foi isso que houve, não foi um convite específico para disputar um cargo específico. O que eu disse, eu reafirmo hoje. Se ele pensar em política, o PSB está à disposição”, ressaltou. (Jornal do Commercio)

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