As empresas foram processadas em 2007, em Campinas, e foram condenadas por expor trabalhadores a contaminantes de alta toxicidade, por um período de quase 30 anos.
De 1974 a 2002, a Shell e a Basf (sucessora da primeira), mantiveram uma fábrica de pesticidas no município de Paulínia (SP). A planta foi interditada por ordem judicial e, posteriormente, desativada.
Os efeitos da exposição para a saúde dos trabalhadores e seus descendentes também foram avaliados por autoridades públicas e pesquisadores, que constataram risco de várias doenças, como câncer e disfunções da tireoide.
Na ação, o MPT pede que as multinacionais se responsabilizem pelo custeio do tratamento de saúde dos ex-trabalhadores e de seus filhos, além de pleitear indenização por danos coletivos.
As empresas foram condenadas em duas instâncias e recorreram ao TST (Tribunal Superior do Trabalho). (R7)





