Nesta quinta-feira (23), o desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal (TRF-1), aceitou um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e mandou libertá-lo.
Ele e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, suspeitos de terem atuados como lobistas no ministério, foram presos na quarta (22). As informações são do Jornal O Globo.

De acordo com a decisão, além de Milton, todos os outros presos pela decisão também serão soltos. A decisão é liminar e vale até o julgamento do caso pela Terceira Turma do TRF-1.
Na tarde desta quinta (23), Milton Ribeiro passaria pela audiência de custódia com o juiz Renato Borelli, que foi quem determinou a prisão. Na ocasião, seria avaliada a necessidade de mantê-los presos ou não.
Mais cedo, o desembargador federal Morais da Rocha, também TRF-1, negou outro habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro. Ele ressaltou que não poderia conceder o habeas corpus porque a decisão que determinou a prisão não foi juntada ao processo.
Segundo o jornal, os advogados de Milton Ribeiro afirmam que ainda não tiveram acesso à decisão na íntegra. O desembargador reconheceu o fato, mas destacou que não poderia reverter uma decisão sem acesso a ela.





