Nesta segunda-feira (03), aconteceu mais uma Sessão Ordinária na Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada, onde um dos temas debatidos foi referente ao Projeto do essencialismo das Igrejas e Templos religiosos em geral na Capital do Xaxado.
O Vereador Vandinho disse: “Eu fico estarrecido, quando nós ligamos as nossas televisões, rádios e vemos o STF querendo determinar normas e regras. Como o Brasil, estados e municípios tem que ser gerido. Isso é o cúmulo! Eu não sabia quando eu era um ouvinte, a importância e o poder que o poder legislativo tem diante do município, mas hoje, como parlamentar, representantes do povo, nos temos a obrigação de representar muito bem o povo de Serra Talhada”.

Em continuação em seu discurso na Tribuna o Vereador Vandinho da Saúde aproveitou para falar sobre a Recomendação do MPPE, que chegou através da Câmara para não colocar em votação o Projeto que torna essencial as igrejas e templos religiosos em Serra Talhada. O Projeto dos templos foi encabeçado pelos Vereadores Vandinho, André Maio e Gin Oliveira.
“Quem aprova qualquer projeto são os 17 vereadores de Serra Talhada e me sinto honrado de ser um desses representantes. Mas, infelizmente, fomos surpreendidos com um Ofício do Ministério Público, recomendando, solicitando ao Presidente dessa casa para não pautar Projetos de Lei que viessem de encontro com as normativas do estado e município. Ele [O Promotor do MPPE] ainda argumentou aqui nessa recomendação que seguisse a ordem do STF, mas as igrejas não estão fechadas e ele usa de um artifício aqui que não tem legalidade nenhuma!”, disse o Vereador.
“Eu acredito no meu posicionamento. O Ministério Público não pode ditar regras aqui nessa casa, não podem dizer o que podemos ou não aprovar. Dr. Rodrigo Amorim, o qual tenho muito respeito e carinho, disse em uma live que iria judicializar se esse projeto aprovado aqui, que ele judicialize. Mas eu como representante do povo tenho o direito de legislar, se eu não puder legislar irei pegar minha carteirinha de vereador e irei entregar no Ministério Público”, finalizou.




